terça-feira, 24 de abril de 2012

BOEING LANÇARÁ SUPER SMARTFONE COM ANDRÓIDE

Montadora de aeronaves desenvolve celular ultraseguro para ser usado por pessoas que precisam proteger ao máximo dados pessoais
A Boeing, montadora de aeronaves, quer invadir também o mercado de smartphones. A empresa divulgou planos de lançar um celular próprio que usará o Android, de acordo com a CNET.

O smartphone da Boeing deve ser bastante potente e com uma versão bastante segura do sistema móvel de código aberto. Ele está sendo desenvolvido para ser mais caro do que os principais aparelhos do mercado, como o iPhone.

A ideia é que o aparelho, por ser extremamente seguro, seja usado por pessoas que precisam proteger ao máximo as informações pessoais, como militares, por exemplo.

Não foram divulgadas informações sobre o hardware do celular, mas os executivos da empresa afirmam que ele está na fase final de desenvolvimento e esperam lançar o dispositivo até o fim de 2012.

Fonte: Olhar Digital
Por: Eduardo Rosa




FINALMENTE, ANATEL ANUNCIA CHEGADA DO 4G AO BRASIL

Anatel confirma leilão do 4G para 12 de junho

Enquanto a internet 3G tem uma capacidade de transmissão de dados a 7 megabytes por segundo, a 4G pode fazer downloads 600 vezes mais rápida que a internet de Banda Larga no Brasil e 180 vezes mais rápida que a 3G
Serão negociadas duas frequências: uma voltada para celulares de quarta geração e outra para telefonia móvel em áreas rurais.

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Batista de Rezende, informou que o leilão das faixas de frequência que serão destinadas à telefonia celular de quarta geração (4G) e para a telefonia móvel rural, deve acontecer no dia 12 de junho.

De acordo com Rezende, serão duas as frequências: 2,5 GHz (celulares) e 450 MHz (área móvel rural). O edital da licitação, aprovado na semana passada pelo conselho diretor da Anatel, deve ser publicado no próximo dia 26 de abril. No dia 4 de junho, as empresas interessadas terão que entregar os envelopes com as propostas. Estes, então, serão abertos no dia 12 do mesmo mês para dar início ao leilão.

Fonte: Olhar Digital
Por Eduardo Rosa

YOUTUBE É CONDENADO POR DIREITOS AUTORAIS

O tribunal da cidade de Hamburgo, na Alemanha, determinou que o site precisa alertar os usuários sobre a publicação de vídeos musicais sem autorização.


Um tribunal de Hamburgo (Alemanha) determinou nesta sexta-feira (20/04) que o YouTube é responsável pelo conteúdo que os usuários postam no site.
A Gema, entidade alemã que cuida do recolhimento de direitos autorais, entraram em 2010 com processo contra o site de vídeos do Google.
No entanto, a empresa alega que seu papel é somente dar as condições técnicas para que os internautas publiquem conteúdos e, portanto, não é responsável por monitorar os vídeos não autorizados.
A corte de Hamburgo deu razão parcial ao YouTube ao concluir que o site não tem a obrigação de proativamente procurar possíveis violações de direitos autorais, mas ressaltou que a página precisa tomar atitudes quando os proprietários dos vídeos pedem.
"Essa decisão é bem-vinda", declarou um representante do Google na Alemanha, acrescentando que a conclusão da corte cria estabilidade legal para os sites de publicação de conteúdo ou usuários.

Fonte: Olhar Digital
Por Eduardo Rosa

terça-feira, 5 de julho de 2011

SABU, CABEÇA DO LulzSec MUNDIAL, É ENTREVISTADO POR SITE NORTE-AMERICANO

Em maio, o grupo de hackers Lulz Security iniciou seus 50 dias de ataques a sites de grandes corporações e órgãos do Governo norte-americano, como a CIA (Agência Central dos Estados Unidos). No fim deste período, integrantes do clã postaram mensagens no Twitter dizendo que haviam cumprido sua missão e que, então, abandonariam o nome adotado. A partir daí, o grupo se diluiu dentro dos "Anonymous" e passou a realizar novos ataques sem chamar tanta atenção.

Em uma entrevista exclusiva para o site
NewScientist, o cabeça do LulzSec, conhecido como Sabu, respondeu algumas questões polêmicas sobre o grupo. Entre elas, a relação com os Anônimos, o medo de ser pego e o que ele acha de ser visto de tantas maneiras diferentes, de vilão a herói. Para ler a entrevista na íntegra, clique aqui. Abaixo, traduzimos os pontos principais do bate-papo.

Quem é o Sabu?
Sou um homem que acredita nos direitos humanos e na exposição de abuso e corrupção. Eu me preocupo com as pessoas e suas situações. Estou inserido no cenário político e eu tento o meu melhor para me manter atualizado das coisas que acontecem.

Nós vimos você ser chamado de tudo, do maior dos heróis ao mais maligno dos vilões. Como você se definiria?
É difícil pra mim me ver como qualquer um. Eu não estou tentando ser um mártir. Eu não sou herói e nem um supervilão, tentando derrubar os mocinhos. Eu só estou fazendo o que eu sei: denunciar abusos.

Qual foi sua primeira experiência com "hacktivismo"?
Eu me envolvi há cerca de 11 anos, quando a Marinha dos Estados Unidos estava usando  a Ilha de  Vieques, em Porto Rico, como um local de exercícios de bombardeamento. Havia um monte de protestos acontecendo e me envolvi apoiando o governo porto-riquenho, interropendo comunicações. Com o tempo, a marinha norte-americana deixou a ilha.

Como você se envolveu com os Anonymous?
Foi quando descobri o que aconteceu com Julian Assange. Achei a prisão dele no Reino Unido um absurdo e resolvi me envolver com o grupo [
que já estava ajudando o Wikileaks].

O que você gostaria de dizer para as pessoas que acreditam que você e outros integrantes do LulzSec e Anonymous estão apenas causando problemas e danos para as pessoas, sem motivo?
Você prefere que os seus emails, senhas e cartões de crédito sejam usados por traficantes? Ou você prefere que alguém exponha tudo e te avise que está na hora de mudar sua senha? Tenho certeza de que somos vistos como pessoas más por expor a Sony e outras empresas, mas, no fim do dia, nós motivamos os gigantes a atualizar sua segurança.

Como você definie o Antisec [Operação Anti-Segurança, português]?
Exposição de corrupção. Exposição de censura. Exposição de abusos. Nós queremos ajudar nossos irmãos e irmãs em suas operações em seus próprios países, como a que tivemos no Brasil agora. A ideia é expor companhias multinacionais que colocam muito suas mãos em tudo e não têm o mesmo tempo para proteger suas senhas e cartões de crédito. E, finalmente, a educação e discussão. Nós não estamos sentados de braços cruzados, deixando que nossos direitos sejam açoitados. Agora é hora de se levantar.

Então, quando o Antisec vencerá?
Não existe vitória. Existe apenas mudança e educação.

A popularidade do LulzSec e dos Anônimos tem inspirado muitas pessoas. O que você falaria para eles?
Aqueles que estão comigo nessa luta não precisam ser hackers. Eles podem ser repórteres, artistas, pessoas públicas. Esse movimento é sobre todos contra a corrupção. Mas eu não peço que ninguém corra os mesmos riscos que eu. Eu não quero ninguém seguindo o meu caminho.

Você tem medo de ser pego?
Não tenho medo no meu coração. Eu só espero que, se eu parar, o movimento continue no mesmo caminho sem mim.

Por Eduardo Rosa
Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O QUE É, E O QUE PASSARÁ A SER CRIME A PARTIR DA APROVAÇÃO DO PROJETO SOBRE CRIMES DIGITAIS


O substitutivo do Senado ao Projeto de Lei 84/99 altera o Código Penal (Decreto-Lei2.848/40) e o Código Penal Militar (Decreto-Lei 1.001/69), prevendo os seguintes crimes:
- Acesso não autorizado a sistema informatizado protegido por restrição de acesso; 
- Obtenção, transferência ou fornecimento não autorizado de dado ou informação; 
- Divulgação, utilização, comercialização e disponibilização de dados e de informações pessoais contidas em sistema informatizado com finalidade distinta da que motivou seu registro; 
- Destruição, inutilização, deterioração de coisa alheia ou dado eletrônico alheio; 
- Inserção ou difusão de código malicioso ou vírus em sistema informatizado;
- Estelionato eletrônico (difundir código malicioso para facilitar ou permitir acesso indevido a sistema informatizado); 
- Atentado contra a segurança ou o funcionamento de serviço de água, luz, força, calor, informação, telecomunicação ou outro serviço de utilidade pública; 
- Interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou sistemas informatizados; 
- Falsificar, no todo ou em parte. dado eletrônico ou documento público ou particular.

As penas vão de reclusão de um a seis anos, conforme o crime, mais multa.
Por EduardoRosa
Fonte: site Camara dos deputados 

CRIMES DIGITAIS: COMO AINDA NEM TUDO É CRIME E NÃO EXISTE URGÊNCIA...

... VOTAÇÃO SOBRE PROJETO FICA PRA AGOSTO.


Segundo o site de notícias da Agencia da Camara dos Deputados, em Brasília, 

"A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática adiou para a primeira quinzena de agosto a votação do Projeto de Lei 84/99, que tipifica os crimes cometidos por meio da internet.
A matéria estava pautada para análise hoje, mas o presidente do colegiado, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), fechou acordo com os parlamentares interessados em discutir a proposta com mais profundidade. "Realizaremos o último debate sobre o assunto no dia 13 de julho. Após o recesso, haverá a votação da matéria na segunda quarta-feira de agosto (10). Será o item único da pauta, para que se encerre essa discussão", avisou Araújo.
O relator do projeto é o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que, como senador na legislatura passada, havia apresentado substitutivo ao texto aprovado pela Câmara em 2003. Com a aprovação desse substitutivo pelo Senado, a proposta, do ex-deputado Luiz Piauhylino, retornou à Câmara, em 2008. Agora, Azeredo retomou o substitutivo que apresentou no Senado e promoveu novas modificações.
A principal mudança feita pelo relator foi a retirada, do texto, da previsão de que o provedor de acesso à internet informe à autoridade competente, de maneira sigilosa, denúncia que tenha recebido e que contenha indícios da prática de crime em sua rede de computadores.
Azeredo, no entanto, manteve a obrigação dos provedores de manter por três anos os dados de conexão dos usuários. Essas informações devem ser fornecidas às autoridades investigatórias por ordem judicial.
Hackers
O relator citou o ataque de hackers a diversos sites governamentais na semana passada para ressaltar a importância de caracterizar os crimes digitais. "A prova está aí. Do ponto de vista internacional, os países estão se movimentando. O presidente Obama [dos Estados Unidos], por exemplo, tem um assessor especial apenas para isso. Como sempre, só depois de a porteira estar arrombada, o governo anunciou a criação de um núcleo de segurança. Meu receio é que essa indecisão continue", afirmou.
Azeredo também quer reduzir o alcance de interpretação judicial da proposta para impedir que condutas consideradas banais, como baixar determinados conteúdos, possam ser enquadradas nos tipos penais criados no texto.
Para Azeredo, com as mudanças propostas por ele, a proposta garante que “a liberdade na internet continue sendo ampla e irrestrita”, ao mesmo tempo em que se ampliam os níveis de segurança dos cidadãos. “A criminalidade na internet é uma ameaça grave às economias dos países, assim como impõe prejuízos financeiros aos cidadãos”, disse.
Tramitação


O projeto, que tramita em regime de urgência, também será analisado pelas comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ); e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, antes de seguir para o Plenário.
Na CCJ, a proposta aguarda o relatório do deputado Alessandro Molon (PT-RJ). Já na outra comissão, o parecer do deputado Pinto Itamaraty (PSDB-MA), pela aprovação do substitutivo, está pronto para entrar em pauta."

Quer dizer, quase nada resolvido ainda no meio cibernético. O projeto tramita desde 2003 e ainda não foi totalmente finalizado. 

Íntegra da proposta:


Por Eduardo Rosa

segunda-feira, 13 de junho de 2011

"CRACKERS INVADEM REDE DO FMI." E VOCE ACHA QUE SEU COMPUTADOR ESTÁ LIVRE DISSO?!!!

"Especialistas acreditam que, apesar do problema ter sido detectado na última semana, ele já tem ocorrido há alguns meses."

No último final de semana, foi confirmado um ciberataque ao Fundo Monetário Internacional (FMI). O anúncio vem juntar-se a uma série de ações de crackers realizadas nos últimos dias, com o intuito de buscar informações sensíveis de empresas e instituições de todo o mundo. Uma das mais recentes delas envolveu o Citibank.

O especialista em cibersegurança e diretor da Dtex Systems, Mohan Koo, disse à agência de notícias Reuters que todos os indícios deixam claro que o intuito do ataque ao FMI era buscar informações privilegiadas do órgão.

No dia 8 de junho, um memorando do CIO do FMI, Jonathan Palmer, indicou que os funcionários da entidade detectaram algumas transferências suspeitas de documentos e as investigações mostraram que um desktop do fundo tinha sido invadido e utilizado para acessar sistemas da entidade.

“Até o momento, não temos razão para acreditar que qualquer informação pessoal foi usada na fraude”, informou o documento. Além disso, o FMI evitou comentar qual a extensão do ataque e disse apenas que continua a operar de forma normal.

Ainda de acordo com o jornal New York Times, especialistas em segurança informaram que, apesar do problema ter sido detectado na última semana, as invasões vêm ocorrendo já há alguns meses.

Tom Kellerman, especialista em cibersegurança que trabalhou para o FMI e para o Banco Mundial, afirma que os criminosos que atacaram a entidade instalaram um software que permitiu a eles visualizarem as informações da rede da entidade.

O especialista disse que o código usado no ataque ao FMI foi desenvolvido especificamente para o caso.

As notícias do ataque de crackers ocorreram logo depois de o ex-diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, deixar o cargo, sob a acusação de ter assediado sexualmente a camareira de um hotel.
Fonte: Olhar Digital
Por Eduardo Rosa